POLÍTICA

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Extinção de cargos

Da Redação

| Edição de 24 de dezembro de 2019 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado em edição extra do Diário Oficial da União da última sexta-feira extingue 14.277 cargos efetivos que estão vagos na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Com isso, o governo não irá repor os cargos atualmente não preenchidos. Além da extinção dos cargos já vagos, o decreto também determina que serão extintos outros 13.384 cargos quando vierem a vagar. A extinção dos cargos vagos começa a valer a partir de 26 de fevereiro de 2020. Ao todo, o decreto prevê a extinção de 27.611 cargos efetivos, contando os já vagos e os que venham a vagar. Segundo o ministério da Economia, entre os cargos que deixarão de existir estão o mateiro, discotecário, técnico de móveis e esquadrias, locutor e seringueiro.

PSD forte O ex-prefeito de Apucarana e atual secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, assinala que o PSD ao qual ele pertence vai disputar as eleições do ano que vem com um grupo bastante forte, contando com o apoio total do governador Ratinho Junior. Segundo ele, até lá outras importantes lideranças políticas, empresariais e de segmentos sociais estarão somando forças junto com o atual grupo político da situação no sentido de manter Apucarana no rumo certo.

Emoção Em todas as missas que celebrou no último domingo, o Monsenhor Roberto Carrara foi homenageado pelos fiéis pelos seus 56 anos de sacerdócio, comemorados no mesmo dia. Deste período, 51 anos foram dedicados a Apucarana. Monsenhor falou do seu trabalho na cidade e da sua despedida como pároco da Catedral, cargo que ele deixa no dia 5 de janeiro. Em todas as vezes, chegou a chorar de emoção. E, pelo jeito, não deverá permanecer na cidade após isso.

Trabalhando A Prefeitura de Arapongas está em recesso, por causa das festas natalinas e de final de ano. No entanto, o prefeito Sérgio Onofre da Silva (PSC) continua trabalhando em favor do município. Ontem, por exemplo, ele conseguiu junto à Superintendência da Caixa Econômica Federal, em Londrina, a liberação de R$ 2 milhões para revitalização da Rua Rouxinal, uma das principais vias da cidade. O recurso foi viabilizado por intermédio do deputado federal Filipe Barros.

PROS de Cambira O Partido Republicano da Ordem Social (PROS), de Cambira, sigla à qual pertencem o prefeito Emerson Toledo e a vice-prefeita Ana Lúcia, está procurando se fortalecer ainda mais visando as eleições municipais do ano que vem. No último final de semana, por exemplo, assinaram ficha de filiação ao PROS o atual secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Antônio Joani, e o pré-candidato a vereador Marinho.
Salários na conta O Governo do Estado depositou na última sexta-feira os salários de dezembro do funcionalismo público estadual, tanto dos efetivos como dos aposentados e pensionistas. O valor da folha salarial dos cerca de 300 mil servidores é da ordem de 
R$ 1,83 bilhão. O governador Ratinho Junior (PSD) destaca que o `Paraná está com suas contas em dia, ao contrário de alguns outros em que salários estão atrasados e as finanças descontroladas.

Antecipação Normalmente, os vencimentos do funcionalismo público estadual são liberados no último dia útil do mês. De acordo com o governador Ratinho Junior, a antecipação do pagamento foi possível graças ao cuidado com as contas públicas. “O corte de despesas e a reforma administrativa permitiram que o governo chegasse ao fim do ano com o caixa organizado, em um momento em que muitos estados têm dificuldade em pagar o salário em dia”, disse.

Congresso I Temas econômicos como a reforma da Previdência e a divisão de recursos do petróleo do pré-sal dominaram a agenda do Congresso Nacional em 2019. Segurança pública e combate à corrupção também ganharam visibilidade durante os debates do chamado pacote anticrime. Outro assunto que rendeu debates acalorados e que só deve ter um desfecho no ano que vem é a questão da prisão após condenação em segunda instância.

Congresso II Temas da pauta de costumes, como a Escola Sem Partido e a educação domiciliar, que tem apoio da bancada religiosa e do governo Bolsonaro, pouco avançaram no Congresso. A Câmara chegou a criar uma comissão para discutir projetos que tratam da liberdade religiosa, mas isso nunca saiu do papel. Além disso, dificuldades de articulação política levaram o governo federal a sofrer reveses em diversas matérias.