POLÍTICA

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Joni Correia diz ser candidato da “família cristã”ao Governo

Fernando Klein

| Edição de 08 de setembro de 2022 | Atualizado em 08 de setembro de 2022
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Candidato ao governo do Paraná pelo partido Democracia Cristã (DC), Joni Correia afirma que quer ser a voz da direita e da “família cristã” no Palácio Iguaçu. Com um discurso crítico ao atual sistema político, ele defende como uma de suas principais bandeiras o direito do cidadão de se armar como forma de defesa contra a criminalidade.

Natural de Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, Joni Correia vive há 20 anos em Curitiba. É formado em Direito e em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda. Foi professor, consultor e diretor das secretarias de Trabalho e Emprego de Curitiba e da Secretaria de Governo de Foz do Iguaçu.

Segundo ele, a decisão de entrar na vida política ocorreu por acaso. Joni conta que presenciou uma cena em Chapecó, Santa Catarina, de um venezuelano em frente à Polícia Federal (PF) que, desesperado, reclamava que ‘não agiu quando deveria agir’ em determinada circunstância. Logo depois, surgiu o convite para assumir a presidência da Democracia Cristã no Paraná. Joni acredita que aquele foi um “sinal”.

No comando do partido, ele conta que começou a procurar lideranças em defesa da causa da “família cristã” e acabou sendo considerado o nome ideal para concorrer ao governo estadual pelos correligionários.

Ao ilustrar os valores da “família”, Joni cita, no âmbito do cotidiano, os pequenos gestos de educação, como respeito aos idosos, aos deficientes e aos professores. “A família paranaense é de bem. É isso que queremos resgatar”, afirma. No âmbito da administração pública, segundo o candidato, é preciso ter o profissional com conhecimento técnico e não o comissionado contratado por relações políticas e pessoais.

“A minha candidatura representa a possibilidade de o paranaense ter um representante da família de bem, de não precisar votar no menos pior. Eu represento essas pessoas e me considero uma opção muito melhor do que essas que estão aí, tanto na parte técnica quanto moral”, diz.

Uma de suas principais bandeiras é o direito do cidadão de adquirir armas para se defender. Ele não vê como uma contradição, já que defende valores “cristãos”. 

“A legislação já permite. Você pode ter uma arma na sua casa ou no seu estabelecimento comercial. O que estou falando é da possibilidade da pessoa, que quiser, ter uma arma em casa, sem não quiser, é a escolha da pessoa”, diz.

Para Joni, é uma questão de “legítima defesa”. “Quem mora no sítio e não tem uma arma para proteger a sua família, eu considero uma pessoa irresponsável”, afirma.