POLÍTICA

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Quatro municípios do Vale aderem a consórcio para compra de vacinas

DA REDAÇÃO

| Edição de 04 de março de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O Consórcio de Municípios do Brasil para compra de vacinas contra a Covid-19, lançado na segunda-feira (1º) pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) já teve manifestação de interesse de 649 prefeituras do País, segundo lista divulgada nesta quarta pela FNP. A iniciativa foi lançada na segunda-feira (1º).

Apucarana já confirmou a adesão, e agora mais três municípios da região também estão na lista de interessados: Bom Sucesso, Mauá da Serra e Marilândia do Sul.
O prefeito Aquiles Takeda (PSD), de Marilândia do Sul, informou que é um processo burocrático a aquisição das vacinas. “Marilândia do Sul aderiu ao consórcio, não tem custo nenhum para isso, e nesse momento tem que se apegar naquilo que for aparecendo para tentar acelerar o processo de imunização. Sabemos que não é fácil, que não é da noite para o dia, é um processo burocrático”, detalha. 
Takeda destaca ainda que a imunização, a compra das vacinas, deveriam ser obrigação e planejadas pelo Governo Federal. “Os laboratórios estão com contratos com os países, com os governos, e os municípios receberiam essas vacinas após o cumprimento desses contratos, não é tão simples, não tem vacina sobrando, não podemos vender uma falsa esperança para as pessoas, não é por que estamos no consórcio que vai chegar vacina para todos em 30 dias, é um processo e estamos tentando acelerar essa imunização”, explica Takeda.
As administrações municipais poderão assinar o termo de intenção do consórcio até esta sexta-feira (5), fazendo inscrição no site da FNP. A previsão é que a associação seja efetivamente instalada até o dia 22 de março. Deve ser ainda elaborado um modelo de projeto de lei para ser enviado às câmaras municipais para que as cidades participem das compras.
O prefeito de Apucarana, Junior da Femac (PSD), confirmou que o município também aderiu ao Consórcio de Municípios do Brasil para a compra de vacinas contra a Covid-19. 
A ideia do movimento é que as prefeituras possam comprar as vacinas caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde, não seja capaz de suprir toda a demanda. “O consórcio não é para comprar imediatamente, mas para termos segurança jurídica no caso de o PNI não dar conta de suprir toda a população. Nesse caso, os prefeitos já teriam alternativa para isso”, explicou o presidente da FNP, Jonas Donizette, durante a reunião de lançamento da iniciativa.