O relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), defendeu ontem a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).
Segundo ele, o tributo, que foi extinto em 2007 e sua recriação chegou a ser defendida pelo governo de Dilma Rousseff, substituiria o IOF (Imposto sobre Operação de Crédito) e teria alíquota semelhante, de 0,38%.
Para ele, o IOF é um tributo “nocivo”, que atinge o crédito no País, e o valor da CPMF seria “mínimo”. “É mínimo. No peso cem, ela daria 3% ou 4% da arrecadação nacional”, disse.
O imposto foi extinto durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando o Senado Federal não prorrogou o tributo e causou umas das maiores derrotas enfrentadas pelo petista.
Menos de um ano depois, o governo federal tentou criar um novo imposto para a saúde, o CSS, que foi novamente barrado. Em 2015, na gestão de Dilma, houve nova tentativa, que acabou abandonada.
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