POLÍTICA

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Sistema S

Da Redação

| Edição de 03 de abril de 2019 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados vai analisar hoje quatro requerimentos. Entre as preposições está a realização de audiência pública para discutir a Modernização e Adequação do Sistema S, após a equipe econômica do governo anunciar uma possível redução da alíquota recolhida pelas empresas. Outra proposta que será estudada pelos membros da comissão é a de se criar uma Subcomissão Especial para discutir a Política de Valorização do Salário Mínimo, já que a Lei 13.152/2015, que trata do reajuste, perde a vigência este ano. . “É importante avaliarmos a relação custo-benefício que essa possível redução da alíquota do Sistema S pode causar à sociedade e à produção do país, assim como a política de valorização do salário mínimo”, disse o presidente da comissão, deputado Sérgio Souza (MDB-PR).


 

Nomeada A ex-vereadora Aurita Bertoli (PT) é outra apucaranense nomeada na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Ela está lotada no gabinete do deputado estadual Professor Lemos (PT), que foi reeleito na votação passada. Ontem, a coluna divulgou outros apucaranenses nomeados nos gabinetes do Delegado Jacovós (PR) e de Arilson Chiorato (PT).
 

Contorno Norte Por falar em Arilson, o deputado apresentou requerimento na Assembleia solicitando melhorias na PR-170, no trecho do Contorno Norte, em Apucarana. Ele reivindica junto à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística recapeamento asfáltico e também a construção de acostamento. Ele lembra no requerimento mortes recentes no trecho. Entre as vítimas estão Maria Inês de Araújo, 54, e Francisco Ruiz Soares, 65, após acidente no acesso pela Rua Koey Tatessuji, nas proximidades da Sociedade Rural.
 

Extraordinárias A Câmara de Apucarana realiza hoje, às 15 horas, a última das três sessões extraordinárias convocadas nesta semana. Ontem, os vereadores voltaram a se reunir e aprovaram quatro projetos enviados pelo Executivo por unanimidade. Entre as propostas, a principal trata do aumento de salários para médicos em nível 1.
 

Sem entender I Em Arapongas, o vereador Fernando Henrique Oliveira (PSDB) reclamou na última sessão que indicações feitas por ele não foram lidas. O vereador Márcio Antonio Nickenig (PSB), 1º secretário do Legislativo, argumentou que a não leitura se deu porque faltou “clareza” no texto. “Alguns termos colocados nem eu sei o que querem dizer”, afirmou Nickenig.
 

Sem entender II O vereador Fernando Henrique não gostou e cobrou a leitura das indicações. Ele reconheceu que usa alguns termos mais “rebuscados”, por conta da sua profissão – ele é advogado -, mas disse que as indicações vão para análise posterior no Executivo. “Se eles não entenderem lá, que peguem um dicionário”, afirmou o vereador, contestando, no entanto, que os seus textos sejam “ininteligíveis”.
 

 

Delegacia O deputado estadual Cobra Repórter (PSD) solicitou, por meio de requerimento aprovado na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), a implantação de uma delegacia para o atendimento à mulher na cidade de Arapongas. O requerimento é direcionado ao governador Ratinho Junior (PSD) e à Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária.

 

Violência  "Temos visto constantemente o aumento do número de casos de violência contra as mulheres e esta, infelizmente, também é uma realidade na cidade de Arapongas. Diante do crescimento da demandas, solicitamos a implantação de uma delegacia especializada no atendimento à mulher no município", afirmou Cobra Repórter.

 

Mais obras O prefeito de Apucarana, Junior da Femac (PDT), acompanhado do Procurador Jurídico Paulo Sérgio Vital, cumpre agenda hoje na capital do Estado. E, amanhã, estará de volta para lançar a ordem de serviço para mais quatro obras na área de saúde: construção de um novo centro infantil, e reformas das UBS´s da Vila Regina, São Pedro do Taquara e Correia de Freitas.
 

Universidades A deputada federal Luísa Canziani (PTB-PR) protocolou sua primeira Proposta de Emenda à Constituição (PEC 24/2019). O texto pretende excluir despesas de instituições federais de ensino da base de cálculo e dos limites individualizados para as despesas primárias, o que garante mais autonomia às universidades. “A partir da nova redação, as instituições de ensino poderão gerir seu orçamento de forma a atender melhor as necessidades dos estudantes e dos cidadãos”, afirma Luísa.