POLÍTICA

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Solidariedade vai defender impeachment

Folhapress

| Edição de 16 de janeiro de 2016 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

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O primeiro programa partidário que vai ao ar em fevereiro, mês de retorno do recesso legislativo, vai abordar com força total o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), seguindo justamente a estratégia da oposição de reforçar o tema no período.

Em seus 10 minutos de rádio e televisão, o Solidariedade, um dos partidos de maior apoio à causa, vai tratar das chamadas pedaladas fiscais e dos decretos orçamentários, que serviram de justificativa ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para deflagrar a abertura do processo em dezembro do ano passado.

Imagem ilustrativa da imagem Solidariedade vai defender impeachment

A propaganda também vai abordar a compra da refinaria da Pasadena, no Texas (EUA), estopim da Operação Lava Jato. Os discursos serão reforçados pelos principais nomes do partido como os deputados Paulinho da Força (SP), o novo líder da bancada na Câmara, Genecias Noronha (CE) e o secretário de Comunicação, Fernando Francischini (PR).

Três semanas após os ataques do SD, será a vez do PT, que terá seus 10 minutos de TV e rádio. Na semana seguinte, a vez é do PMDB, em 25 de fevereiro.

Após o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubar o rito do impeachment que havia sido imposto pelo presidente da Câmara, os defensores da saída da petista traçaram a seguinte estratégia: deixá-la sangrar ao longo do recesso e retornar em fevereiro, mês de maiores gastos para os brasileiros, com pagamento de IPVA, IPTU, compra de material escolar, com o assunto ainda em alta.

Embora os parlamentares retornem do recesso em 2 de fevereiro, os trabalhos no Congresso só devem ter início de fato na terceira semana de fevereiro