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Exército inicia atividades em escola de Apucarana

Silvia Vilarinho

| Edição de 30 de junho de 2022 | Atualizado em 30 de junho de 2022
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Alunos, pais e professores do Colégio Estadual Heitor Cavalcanti de Alencar Furtado acompanharam ontem pela manhã a solenidade que formaliza a implantação do modelo cívico-militar na instituição de ensino. O modelo do colégio localizado no Núcleo João Paulo é ligeiramente diferente do adotado nas demais escolas cívico-militares do município porque foi desenvolvido pelo Ministério da Educação, com apoio do Ministério da Defesa e das Forças Armadas.

Representantes da Secretaria de Estado da Educação e Esportes (Seed-PR) e também do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) participaram da solenidade.

De acordo com o chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Apucarana, Vladimir Barbosa, nove sargentos aposentados do exército que vão atuar como monitores e dois capitães da reserva vão trabalhar na direção da instituição. “A diferença dos outros colégios cívico-militares é que aqui no Heitor vão atuar militares do Exército. A ideia é a mesma dos outros colégios militares que existem na cidade, tratar sobre civismo”, disse Barbosa. 

Com o Heitor, agora são quatro colégios militares em Apucarana, que conta com modelo desenvolvido pelo governo do estado nos colégios Padre José Canale, Tadashi Enomoto e Prefeito Carlos Massareto. 

Robson Canuto, pai de uma aluna, aprovou a mudança. “Eu acredito, como muitos outros pais que trouxeram os filhos para cá, que é um privilégio ter uma instituição militar atuando na formação. Acredito que é o ponto exato que precisava, ainda mais no momento que o Brasil vive, quanto mais seriedade na formação de uma criança, melhor. A minha filha está muito empolgada com o trabalho dos militares”, comenta.

Militares da reserva do Exército já começaram os trabalhos no colégio em 1º de junho, em uma fase de aclimatação junto à comunidade escolar. Nesse período, o diretor da instituição, José Carlos da Silva, já percebeu a diferença no comportamento dos alunos. “O comportamento já mudou. Já estão se acostumando com o hino nacional, que era uma tradição que havia se perdido, estão recepcionando os professores e até o comportamento na fila do lanche está diferente, isso em 30 dias. Estão mais unidos”, destaca o diretor. (SILVIA VILARINHO E ALINE ANDRADE)