COLUNA DA TRIBUNA

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Pode ter segundo turno (?!)

Da Redação

| Edição de 26 de junho de 2026 | Atualizado em 26 de junho de 2026

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Apoiadores do candidato do PL ao governo do Paraná, senador Sérgio Moro, apostam que a eleição pode ser liquidada a seu favor no primeiro turno. Mas, como o quadro está hoje, de acordo com as pesquisas, dificilmente não haverá segundo turno na eleição para governador do Paraná. A possibilidade remota do pleito ser decidido já no dia 4 de outubro, no primeiro turno, seria o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca (MDB), sair da disputa, porque na teoria a maioria dos eleitores dele iria para Moro. Analistas experientes entendem que o esforço do governador Ratinho Junior de alijar Greca da disputa como cabeça de chapa pode ser um tiro no pé. Pouco ou quase nada beneficiaria o candidato do PSD, deputado federal Sandro Alex. Já se houver segundo turno, zera tudo. É uma nova eleição. Moro já está garantido e a tendência é a disputa ser com o candidato da situação e, nesse caso, o peso da máquina governamental pode tornar a eleição muito acirrada. Até porque os prefeitos que hoje estão meio em cima do muro se animariam a fazer campanha para o candidato de Ratinho Junior. Essa é a esperança nas hostes do PSD paranaense. Para os aliados de Moro, ele ganharia tanto no primeiro como no segundo turno, acreditando que é impossível reverter o quadro que se apresenta hoje.

Vídeo se desculpando

Para tentar consertar a pixotada com o povo parnanguara, o senador Sérgio Moro gravou um vídeo pedindo desculpas à população de Paranaguá, alegando que, com o barulho no local onde concedeu a entrevista, não entendeu a pergunta do repórter e, na confusão, respondeu muito diferente do que lhe foi perguntado, ou seja, confundiu “parnanguara” com tribo indígena.

Saída de Toledo

Adiantada por esta coluna, a saída do secretário de Infraestrutura da Prefeitura de Apucarana, ex-prefeito de Cambira, Emerson Toledo, foi anunciada nesta sexta-feira. Toledo segue para o gabinete do deputado federal Filipe Barros, de quem é amigo pessoal para coordenar, no Vale do Ivaí, a campanha de Barros ao Senado e do senador Sérgio Moro ao governo do Estado.

‘Cunhada não é parente’

A frase “cunhado não é parente” foi pronunciada por causa do parentesco de Leonel Brizola com João Goulart. É que, em 1965, Brizola não pôde se candidatar a presidente da República pelo fato de seu cunhado, João Goulart, estar no exercício da presidência. Pela lei, cunhado é parente, sim. Essa de que “cunhada não é parente” foi usada pelo vereador Sidnei da Levelimpe para nomear uma cunhada sua na Prefeitura de Apucarana...

Cattani, a segurança

Vez ou outra, o candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro, dá uma bola fora que é explorada pelos adversários políticos. Sorte de Moro é que tem a seu lado um dos melhores marqueteiros do Paraná e que conhece a política estadual como ninguém, o jornalista e publicitário Marcelo Cattani. É ele quem segura as pontas e conserta toda e qualquer pixotada.

Torcendo contra o Brasil

Tem candidato às eleições de 4 de outubro torcendo para que a seleção brasileira seja eliminada logo da Copa do Mundo, na esperança de o povo voltar sua atenção para a política. Hoje, não é apenas a Copa do Mundo que afasta o eleitor da política, mas são os próprios políticos que provocam essa indiferença por sempre colocarem seus interesses pessoais em primeiro plano.