O navio-plataforma Alexandre de Gusmão, localizado no Campo de Mero, na Bacia de Santos, alcançou sua capacidade máxima de produção, atingindo a marca de 180 mil barris de óleo por dia (bpd).
O Campo de Mero, situado a 180 km da costa do Rio de Janeiro, é o terceiro maior produtor de petróleo do Brasil, ficando atrás apenas de Búzios e Tupi, também localizados na Bacia de Santos. Este campo é classificado como de águas ultraprofundas, com uma profundidade de 2,1 mil metros.
Os navios-plataformas, conhecidos como FPSO, desempenham um papel crucial na exploração offshore. Eles são responsáveis por extrair, processar, armazenar e transportar o petróleo e gás extraídos dos poços marítimos.
Desafios e Estratégias
Em comunicado da Petrobras, Renata Baruzzi, diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação, destacou que "cada unidade que atinge o patamar máximo de produção previsto em projeto não só contribui para os resultados da empresa, mas também confirma a superação de grandes desafios técnicos e o acerto das estratégias adotadas".
Outras Operações no Campo de Mero
Além do Alexandre de Gusmão, o Campo de Mero abriga outras unidades de produção, como os navios-plataforma Pioneiro de Libra, Guanabara, Sepetiba e Marechal Duque de Caxias. Sylvia Anjos, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, relatou que o ativo de Mero registrou uma produção média de aproximadamente 740 mil barris de petróleo por dia (mbpd) no segundo trimestre de 2026, sem considerar ainda o topo de produção do Alexandre de Gusmão.
"O desempenho máximo da unidade demonstra que estamos em uma trajetória consistente de aumento da eficiência operacional dos nossos ativos", analisou Sylvia Anjos.
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Com informações da Agência Brasil