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Saúde do idoso requer atenção especial em baixas temperaturas

Da Redação

| Edição de 22 de julho de 2025 | Atualizado em 22 de julho de 2025

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Com as temperaturas mais baixas e os dias de frio intenso, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça o alerta para os cuidados com a saúde das pessoas idosas. Esse público, mais vulnerável ao frio, exige atenção especial devido à menor capacidade de regulação da temperatura corporal e à presença de doenças crônicas, que podem ser agravadas nessa estação.

Entre os principais riscos estão as doenças cardiovasculares, como infarto, acidente vascular cerebral e dores ou desconforto no peito (angina), já que o frio provoca a contração dos vasos sanguíneos e sobrecarrega o coração. Além disso, doenças respiratórias como gripe, resfriado e Covid-19 tendem a se disseminar com mais facilidade em ambientes fechados e entre pessoas com imunidade reduzida. Condições como pneumonia, bronquite e asma também são agravadas durante o inverno, e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) segue sendo um fator de preocupação.

Outro risco importante é a hipotermia, caracterizada pela queda da temperatura corporal abaixo de 35°C. Em pessoas idosas, essa condição pode indicar infecções ocultas, como pneumonia ou infecção urinária, e requer atenção médica imediata. Também há aumento da incidência de dores crônicas, ressecamento da pele e outros problemas dermatológicos, todos agravados pela exposição prolongada ao frio.

Para prevenir complicações, a Sesa orienta sobre a importância de medidas simples, como o uso de roupas adequadas em camadas, proteção das extremidades com luvas e meias de lã, manutenção de ambientes aquecidos e ventilados, hidratação frequente e alimentação balanceada.