POLÍTICA

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Rodolfo anuncia aquisição de área para novo Centro Cívico

Da Redação

| Edição de 19 de fevereiro de 2026 | Atualizado em 19 de fevereiro de 2026

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O prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota (União Brasil), anunciou ontem a aquisição de dois terrenos que somam mais de 13 mil metros quadrados no Loteamento Residencial Cazarin como uma “reserva técnica” para a construção de prédios públicos, incluindo um novo Centro Cívico na cidade. O investimento do município é superior a R$ 6,2 milhões. O projeto prevê abrigar, futuramente, as novas sedes do Poder Executivo, da Câmara de Vereadores e também de órgãos estaduais interessados. O ato também marcou a doação de uma área de 3.757 m² pela família Cazarini, dona do loteamento, que será utilizada para a pavimentação e abertura de ruas no entorno do novo complexo. O terreno cedido pela família é avaliado em R$ 1,7 milhão.

Durante a solenidade, Rodolfo Mota lembrou do anúncio feito na quarta-feira (18) sobre a reforma do telhado do atual prédio da Prefeitura, que receberá investimentos na ordem de R$ 700 mil. “São vinte anos de alagamento na prefeitura. Isso não tem lógica, isso não combina com a cidade”, disse o prefeito. Na ocasião, o prefeito já havia sinalizado a respeito da construção de novo Centro Cívico.

Segundo o prefeito, a nova área, localizada nas proximidades do Parque Jaboti, é “a última área grande” disponível em uma região próxima ao centro. Um terreno tem 642,15 m², enquanto o outro soma 13.157,15 m². Como se trata de uma “desapropriação amigável”, não há necessidade de votação na Câmara.

O prefeito confirmou conversas com a Defensoria Pública do Estado e com o Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR) para a instalação de suas sedes. Ele também citou o convite para o Ministério Público (MP) para funcionar nesse novo centro cívico. “A gente pensa em um espaço que pode servir para a construção, quem sabe do nosso Fórum, Ministério Público, Delegacia Cidadã, quem sabe a Câmara Municipal, que funciona em um prédio todo remendado, e a própria Prefeitura que pode ficar para um espaço de escola e ser construída uma nova”, salientou.

Embora o ano eleitoral imponha restrições orçamentárias e burocráticas que podem limitar o início imediato das obras estaduais, o município já realizou sondagens de solo e estudos planialtimétricos. Conversas iniciais também foram feitas com o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). “Tudo isso são ideias, são sonhos, são projetos. Mas se a gente não projetar, se a gente não começar a fazer os planejamentos, se a gente não tiver uma reserva de espaço e de área para isso, a gente não faz”, ponderou Rodolfo. Segundo ele, o pagamento será feito em 10 parcelas ao longo do ano, sem geração de dívida para exercícios futuros. “Nós não estamos empurrando a conta para frente, como acontecia. Estamos comprando, pagando e organizando a cidade”, destacou Rodolfo Mota.

Representantes da Família Cazarin, vereadores e secretários participaram do evento.