POLÍTICA

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Na Marcha a Brasília, Bolsonaro elogia prefeitos

Da Redação

| Edição de 26 de abril de 2022 | Atualizado em 26 de abril de 2022
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“Passa por nossas mãos não o futuro dos municípios apenas, mas o desta grande nação, Brasil. Se para a prefeitura não é fácil, imagine para a presidência da República. Nós pedimos sabedoria, força para resistir e coragem para decidir”. Com essas palavras, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), iniciou nesta terça-feira o discurso aos mais de oito mil participantes na abertura da XXIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

A segunda parcela da cessão onerosa (recursos do leilão do pré-sal), a ser recebida pelos gestores municipais, foi levantada pelo líder nacional. “A segunda parcela da cessão onerosa vai resultar em R$ 7 bilhões para Estados e Municípios. Tenho certeza de que faremos um bom uso disso tudo, porque me considero prefeito também”, disse. A medida está prevista no Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 3/2022, que está em tramitação na Câmara dos Deputados.

Bolsonaro citou, ainda, um trecho da fala do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, que, durante discurso, ressaltou o tratamento que os gestores municipais tiveram em uma das primeiras marchas, quando foram recebidos por cachorros. “Como disse o presidente Paulo Ziulkoski, no passado, realmente, estou aqui desde 1991 e sei como os senhores eram tratados e como são tratados hoje em dia. Hoje em dia o tratamento é aquele que tem que ser dado e os senhores retribuem isso conosco. A nós o futuro não é apenas do município, mas do Brasil. Juntos trabalhamos para o futuro do nosso país. Em poucas coisas divergimos, mas como um todo o Brasil vai indo bem”, complementou.

Sobre a pauta municipalista, um dos pontos levantados pelo presidente Jair Bolsonaro foi a revisão da lei que trata da improbidade administrativa, sancionada em 2021. “Trabalhamos junto com a Câmara e o Senado. A grande preocupação é quando deixarmos a prefeitura, que vamos deixar um dia. Essa questão não pode nos perseguir por dez, 20 anos. Nossa preocupação é dar tranquilidade para que os senhores possam trabalhar”, lembrou, ressaltando a importância do trabalho em conjunto entre todos os entes federados. “Trabalhamos em conjunto e queremos um bem para o nosso Brasil. Não existe satisfação melhor do que servir àqueles que votam na gente”, finalizou. (ASSESSORIA CNM)